Respirar pela boca traz danos à saúde das crianças

Respirar é uma função vital do corpo humano. Por meio da respiração o oxigênio é transmitido para as células, produzindo a energia necessária para o corpo se movimentar.  Por isso, respirar inadequadamente traz inúmeros danos à saúde que, a longo prazo, podem ser irreversíveis. “Ao abrir a boca para respirar, ocorrem adaptações nas estruturas e um desequilíbrio nas funções e no desenvolvimento craniofacial que comprometem as funções importantes como, por exemplo, a mastigação e deglutição”, explica Stella T. Faria Dumke, odontopediatra, ortodontista e ortopedista funcional dos maxilares na Ortho Concept.

Crianças são as mais afetadas pela síndrome do respirador bucal

A criança que respira pela boca possui algumas características inconfundíveis. “Lábios entreabertos, língua no assoalho da boca, narinas estreitas, palato oval ou inclinado, lábios e bochechas hipotônicas, lábio superior retraído, ombros caídos, crescimento craniofacial desarmônico com predomínio vertical, face alongada e dificuldades de atenção e concentração são comuns em crianças que não respiram pelo nariz”, elucida Stella.  

Os distúrbios respiratórios estão muito presentes nos primeiros anos de vida e podem impactar de maneira significativa nos anos iniciais de formação escolar. “Como o sono também é prejudicado pela ausência da respiração nasal, a criança geralmente dorme com a boca aberta, baba, ronca, tem pesadelos e acaba não conseguindo ter um sono restaurador. O resultado é a sonolência diurna e déficit no processo de aprendizagem, pois a concentração e atenção ficam comprometidas pelo cansaço”, pondera a odontopediatra.  

Diagnóstico e tratamento precoce são fundamentais 

Quanto antes o diagnóstico e o tratamento da síndrome do respirador bucal acontecer, maior é a chance da criança ter um desenvolvimento orofacial adequado e garantir sua qualidade de vida ao longo da vida. “O tratamento antes dos seis anos, realizado por um equipe multidisciplinar, devolve a respiração nasal à criança e pode colaborar para que o desenvolvimento aconteça de forma equilibrada”, finaliza Stella. 

Sobre o MYOBRACE

Desenvolvido na Austrália, e difundido em mais de 100 países, o MYOBRACE é um sistema de aparelhos indicado para corrigir os maus hábitos orais. O tratamento consiste, em linhas gerais, em posicionar a língua para a posição correta, manter os lábios juntos, devolver a respiração pelo nariz, exercendo forças leves capazes de alinhar os dentes.  

Confeccionado em silicone nobre, flexível, com design atrativo e cores vibrantes, o MYOBRACE é confortável e tem uma excelente aceitação pelas crianças, que podem utilizá-lo a partir dos 3 anos. A indicação é que seja usado de 1 a 2 horas durante o dia e todas as noites para dormir. 

Em pacientes adultos, o sistema australiano trata dores e disfunções da ATM, roncos e apneias.  

Sobre Stella T. Faria Dumke 

Stella T. Faria Dumke é dentista (CRO/PR 14.636), especializada em odontopediatria, ortodontia, ortopedia funcional dos maxilares e neuroclusão. 

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Sobre a Ortho Concept

A Ortho Concept é especializada em Ortodontia Digital e referência em Invisalign no Brasil (Emerald). O método utilizado pela Ortho Concept é 100% digital, as diferenças iniciam-se já na primeira consulta, na qual o paciente pode visualizar uma prévia do resultado de seu tratamento, por meio de uma simulação digital. É a única clínica de Curitiba especializada no Sistema Invisalign, que funciona por meio de alinhadores removíveis, transparentes e confortáveis, totalmente personalizados, confeccionados com tecnologia de ponta e de acordo com as necessidades de cada paciente. 

Endereço: General Mário Tourinho, 1.733, sl. 506

Tel.: (41) 9 9152-7163

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Nina Machado

Jornalista, especialista em marketing digital e gestão de pessoas trocou o mundo corporativo em busca de uma vida mais conectada com seu propósito. Em 2019 criou o projeto Ficar Bem aos 40 para abordar assuntos do universo feminino 35+. Além disso, é co-editora do Corra Mais e repórter do Inova Mais, ambas editorias do portal RIC Mais.

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